quarta-feira, 29 de julho de 2009

Religiões do Egito Antigo



Religiões do Egito Antigo
Teriomorfismo, politeísmo, idolatria; principais deuses: Ísis (Grande Deusa
Mãe), Osíris (esposo de Isis e morto por esta, renascia anualmente para fertilizar
as margens do Nilo), Set (irmão de Osíris), Hórus (falcão), Anúbis (cachorro), Ápis
(boi) e Tote (ave íbis).
O faraó Amenófis IV tentou restabelecer o monoteísmo original, promovendo
o culto do “Disco Solar”, mas essa reforma religiosa foi afastada depois de sua
morte.
A crença na vida ultratumba em parâmetros semelhantes às deste mundo,
com um julgamento perante o Tribunal de Osíris e a existência de necessidades
materiais, fez com que se desenvolvesse o sepultamento em pirâmides, junto com
os tesouros dos faraós e a mumificação do cadáver, para que a base material da

alma não se desfizesse. Construíram grandes templos para o culto de seus deuses.
Religião da Mesopotâmia
Os babilônios e assírios eram politeístas, possuindo mais de 3.300 divindades.
Porém, por cima de todas essas divindades se reconhece a Assur-Marduk
como Deus Supremo (Assur para os assírios e Marduk para os babilônios), sendo
que todas as demais teriam, na verdade, uma certa identidade com a mesma natureza
divina (diferentes nomes de um mesmo Deus). Seu culto público se dava
em pirâmides escalonadas em patamares, denominadas de zigurates.
Religião Greco-Romana
Politeísmo antropomórfico, de constante celeste, sendo os principais deuses
os que figuram no quadro comparativo abaixo:
PRINCIPAIS DEUSES GRECO-ROMANOS
GRÉCIA ROMA ATRIBUTOS
Zeus Júpiter Pai dos Deuses e Senhor do Trovão
Hera Juno Rainha dos Deuses, Deusa do Casamento e da Maternidade
Héstia Vesta Guardiã da Família e do Lar (Irmã mais velha de Zeus)
Poseidon Netuno Deus do Mar e dos Rios (Irmão de Zeus)
Deméter Ceres Deusa das Colheitas e da Fertilidade (Irmã de Zeus)
Hades Plutão Deus do Mundo Subterrâneo e da Morte (Irmão de Zeus)
Atena Minerva Deusa da Sabedoria e da Guerra (Filha de Zeus e Métis)
Ares Marte Deus da Guerra e da Destruição (Filho de Zeus e Hera)
Hefesto Vulcano Deus do Fogo e Ferreiro Aleijado dos Deuses (Irmão de Ares)
Afrodite Vênus Deusa da Beleza (Prima de Zeus e Esposa de Hefesto)
Apolo Apolo Deus do Sol, da Profecia e da Saúde (Filho de Zeus e Leto)
Artémis Diana Deusa da Lua e da Caça (Irmã Gêmea de Apolo)
Hermes Mercúrio Mensageiro dos Deuses (Filho de Zeus e Maia)
Dionísio Baco Deus do Vinho e da Vegetação (Filho de Zeus c/uma mortal)
Asclépio Esculápio Deus da Medicina (filho de Apolo)
Urano Urano Deus do Céu e Pai dos Titãs

Cronus Saturno Deus do Céu e da Agricultura e Governante dos Titãs.
Rhea Ops Deusa Mãe (Esposa de Cronus)
Eros Cupido Deus do Amor
Hypnos Sonus Deus do Sono
Gea Terra Mãe da Terra
Têmis Têmis Deusa da Justiça (segunda mulher de Zeus)
Pan Pan Deus dos Bosques e das Pastagens
Acreditavam na predestinação, procurando ver nos augúrios (vôos de aves
ou entranhas de um animal sacrificado) o que estava predestinado pelos deuses.
Concepção fatalista da vida.
Religião dos Celtas e dos Vikings
Os Celtas enterravam seus mortos com as armas, comida, roupas e jóias,
na crença de que necessitariam delas na outra vida. Adoravam, além de deuses e
deusas, o javali, por sua coragem e ferocidade (tereomorfismo) e as cabeças cortadas
dos inimigos (fincadas em postes, como sagradas). Os druidas eram os sacerdotes
e magos que dirigiam o culto e ensinavam o povo, com poder curandeiro.
Os Vikings acreditavam que os deuses viviam no Walhalla (paraíso viking),
sendo os principais deuses Odin (Rei dos Deuses), Thor (Deus do Vento, da Chuva
e da Agricultura), Frey (Deus do Casamento e da Fertilidade) e outros. As
valquírias eram as mulheres enviadas por Odin para conduzir ao paraíso os guerreiros
mortos em combate. Os deuses vikings eram adorados ao ar livre (não tinham
templos).
Religião dos Astecas e dos Incas
Os Incas eram politeístas, acreditando num Deus Supremo Criador (Viracocha),
Pai dos demais deuses, homens e criaturas. Inti (Deus-Sol) deu origem à
família real inca. Anualmente, celebrava-se a grande festa do Sol, em que o animal
a ser sacrificado (lhama) era levado para as montanhas, com as mensagens
ao Deus, que o rei lhe havia dito ao ouvido. Havia os sacerdotes que cuidavam do
culto ao longo do ano e as “Virgens do Sol”, que os assistiam. Havia também Quilla
(Deusa-Lua). Os lugares sagrados (huacas) eram tanto os templos, quanto as
pedras de formato invulgar, túmulos, fontes, colinas e cavernas.
Já os Astecas possuíram uma religião cruenta de sacrifícios humanos:
acreditavam que a manutenção da luz solar dependia do oferecimento de vítimas
humanas ao Deus Sol (alimentar os deuses com a “água sagrada”, que seria o
sangue). Sacrificavam milhares de pessoas, quer fossem inimigos capturados nas
guerras, quer fossem crianças preparadas para isso. Arrancavam da vítima o coração
ainda batendo, para esfregá-lo na parede do templo. Seus principais deuses
eram Tonatiuh (Deus do Sol), Tezcatlipoca (Deusa da Noite), Coatlicue (Deusa
Mãe Terra), Quetzalcoatl (Deus da Sabedoria), Tlaloc (Deus da Chuva