quarta-feira, 29 de julho de 2009

DWIGHT LYMAN MOODY (1837-1899)


DWIGHT LYMAN MOODY (1837-1899)

Um total de quinhentas mil almas ganhas para Cristo, é o cálculo da colheita que Deus fez por intermédio de seu humilde servo. Moody nasceu em 5 de fevereiro de 1837, o sexto filho de nove, numa pobre família do Connecticut, EUA. Sua mãe ficou viúva com os filhos ainda pequenos, o mais velho tinha 12 e ela estava grávida de gêmeos quando o marido morreu. Sua mãe foi uma crente fiel e soube instruir seus filhos no Caminho.

Aos vinte e quatro anos, logo após casar-se, em Chicago, Moody deixou um bom emprego para trabalhar todos os dias no serviço de Cristo, sem ter promessa de receber um único centavo. Tendo trabalhado com Escolas Bíblicas e evangelização em Chicago, atuou também junto aos soldados durante a Guerra Civil.

Teve uma tremenda experiência numa viagem a Inglaterra. Visitou Spurgeon no Metropolitan Tabernacle e impressionou-se. Também contactou Jorge Muller e o organato em Bristol. Nesta mesma viagem, o que mais impressionou Moody e o levou a buscar definitivamente uma experiência mais profunda com Cristo foram estas palavras proferidas por um grande ganhador de almas de Dublim, Henrique Varley: O mundo ainda não viu o que Deus fará com, para e pelo homem inteiramente a Ele entregue.

Um terrível incêndio que praticamente destruiu Chicago, em 1871, também foi um divisor de águas na vida de Moody. Nesta época ele teme uma marcante experiência com o Espírito Santo. Voltou a pregar na Inglaterra posteriormente e Deus o usou para inflamar os corações.. Na Escócia, multidões buscaram ao Senhor. Na Irlanda, maravilhas também ocorreram, com conversões de multidões ao Senhor.

Para termos idéia, esta viagem culminou com quatro meses de cultos em Londres. Moody pregava alternadamente em quatro centros. Realizaram-se 60 cultos no Agricultural Hall, aos quais um total de 720.000 pessoas assistiram; em Bow Road Hall, 60 cultos, aos quais 600.000 assistiram; em Camberwell Hall, 60 cultos, com a assistência de 480.000; Haymarket Opera House, 60 cultos, 330.000; Vitória Hall, 45 cultos, 400.000 asistentes.

Retornou aos EUA em 1875, sendo reconhecido como o mais famoso pregador do mundo, continuando a ser um humilde servo de Deus. Durante um período de 20 anos dirigiu campanhas com grandes resultados nos Estados Unidos, Canadá e México. Em diversos lugares as campanhas duraram até seis meses.

Transcrevo um depoimento de um dos assistentes a um dos cultos promovidos por Moody: Nunca jamais me esquecerei de certo sermão que Moody pregou. Foi no circo de Forepaugh durante a Exposição Mundial. Estavam presentes 17.000 pessoas, de todas as classes e de todas as qualificações. O texto do sermão foi: “ Pois o Filho do omem veio buscar e salvar o que se havia perdido”. Grandiosa era a unção do pregador; parecia que estva em íntimo contacto com todos os corações daquela massa de gente. Moody disse repetidamente: “ Pois o Filho do homem veio – veio hoje ao Circo Forepaugh para procurar e salvar o que se perdera”. Escrito e impresso isso parece um ermão comum, mas as suas palavras, pela santa unção que lhe sobreveio, tornaram-se palavras de espírito e de vida.
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CHARLES SPURGEON (1834-1892)




Conhecido como o “príncipe dos pregadores”, aos 19 anos já era pastor na Park Street Chapel, em Londres. A princípio um luar muito amplo, para mil e duzentas pessoas, porém freqüentado por um pequeno grupo de fiéis. Em poucos meses o prédio não comportava mais a multidão e eles se mudaram para um outro auditório que comportava quatro mil e quinhentas pessoas! A Igreja então resolveu alugr o Surrey Music Hall, o prédio mais amplo, imponente e magnífico de Londres, construído para diversões públicas. O culto inaugural deu-se em 19 de outubro de 1856. Quando o culto começou, o prédio no qual cabiam 12.000 pessoas estava superlotado e havia mais 10.000 fora que não puderam entrar!

Uma terrível catástrofe ocorreu neste dia. Ao início do culto, pessoas diabólicas se levantaram gritando “ Fogo! Fogo!”, provocando um grande alvoroço e um saldo de sete pessoas mortas e vinte e oito gravemente feridos. Isto não impediu que o interesse pelos cultos até aumentasse. Em março de 1861 sua Igreja concluiu a construção do Metropolitan Tabernacle, local que comportava uma média de 5.000 pessoas a cada culto dominical, isto perdurando pelos próximos 31 anos. Pregou em cidades de toda a Inglaterra e noutros países: Escócia, Irlanda, Gales, Holanda e França. Pregava ao ar livre e nos maiores edifícios, em média oito a doze vezes por semana!

Spurgeon publicou inúmeros livros. Milhares de sermões seus foram publicados e traduzidos para diversas línguas. Além de pregar constantemente a grandes auditórios e de escrever tantos livros, esforçou-se em vários outros ramos de atividades. Inspirado pelo exemplo de Jorge Muller, fundou e dirigiu o orfanato de Stockwell. Reconhecendo a necessidade de instruir os jovens chamados por Deus a proclamar o Evangelho, fundou e dirigiu o Colégio dos Pastores. A oração fervorosa era um hábito em sua vida. Contava com trezentos intercessores que, todas as vezes que pregava, mantinham-se em súplica.

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CHARLES FINNEY (1792-1875)


CHARLES FINNEY (1792-1875)

Nasceu de uma família descrente e se criou num lugar onde os membros da igreja conheciam apenas a formalidade fria dos cultos. Tornou-se um advogado que, ao encontrar nos seus livros de jurisprudência muitas citações da Bíblia, comprou ume exemplar com a intenção de conhecer as Escrituras. Eis um trecho de sua biografia: Ao ler a Bíblia, ao assistir às reuniões de oração, e ouvir os sermões do senhor Galé, percebi que não me achava pronto a entrar nos céus... Fiquei impressionado especialmente com o fato de as orações dos crentes, semana após semana, não serem respondidas. Li na Bíblia “pedi e dar-se-vos-á”. Li, também, que Deus é mais pronto a dar o Espírito Santo aos que lho pedirem, do que os pais terrestres a darem boas coisas aos filhos. Ouvia os crentes pedirem um derramamento do Espírito Santo e confessarem, depois, que não o receberam. Exortavam uns aos outros a se despertarem para pedir, em oração, um derramamento do Espírito de Deus e afirmavam que assim haveria um avivamento com a conversão de pecadores... Foi num domingo de 1821 que assentei no coração resolver o problema sobre a salvação da minha alma e ter paz com Deus. (...) Fui vencido pela convicção do grande pecado de eu envergonhar-me se alguém me encontrasse de joelhos perante Deus, e bradei em alta voz que não abandonaria o lugar, nem que todos os homens da terra e todos os demônios do inferno me cercassem. O pecado parecia-me horrendo, infinito. Fiquei quebrantado até o pó perante o Senhor. Nessa altura, a seguinte passagem me iluminou: “ Então me invocareis, e ireis, e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração”.

A conversão de Finney e o seu imediato batismo no Espírito Santo, contados em sua biografia, são impressionantes. O amor a Deus, a fome de sua Palavra, a unção para testemunhar e anunciar do Evangelho vieram sobre ele no dia de sua entrega a Jesus. Imediatamente, o advogado perdeu todo o gosto pela sua profissão e tornou-se um dos mais famosos pregadores do Evangelho.

Eis o segredo dos grandes pregadores, nas palavras do próprio Finney: Os meios empregados eram simplesmente pregação, cultos de oração, muita oração em secreto, intensivo evangelismo pessoal e cultos para a instrução dos interessados. Eu tinha o costume de passar muito tempo orando; acho que, às vezes, orava realmente sem cessar. Achei, também, grande proveito em observar freqüentemente dias inteiros de jejum em secreto. Em tais dias, para ficar inteiramente sozinho com Deus, eu entrava na mata, ou me fechava dentro do templo.

Conta-se acerca deste pregador que depois de ele pregar em Governeur, no Estado de New York, não houve baile nem representação de teatro na cidade durante seis anos. Calcula-se que somente durante os anos de 1857 e 1858, mais de 100 mil pessoas foram ganhas para Cristo pelo ministério de Finney. Na Inglaterra, durante nove meses de evangelização, multidões também se prostraram diante do Senhor enquanto Finney pregava.

Descobriu-se que mais de 85 pessoas de cada 100 que se convertiam sob a pregação de Finney permaneciam fiéis a Deus; enquanto 75 pessoas de cada cem, das que professaram conversão nos cultos de algum dos maiores pregadores, se desviavam. Parece que Finney tinha o poder de impressionar a consciência dos homens sobre a necessidade de um viver santo, de tal maneira que produzia fruto mais permanente.
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JOHN WESLEY (1703-1791)


JOHN WESLEY (1703-1791)

Foi um instrumento poderoso nas mãos de Deus para um grande avivamento no século XVIII. Nascido em Epworth, Inglaterra, numa família de dezenove irmãos! Em 1735 foi para a Geórgia como missionário aos índios norte-americanos, não chegando a ministrar aos índios, mas sim aos colonos na Geórgia. Durante uma tempestade na travessia do Oceano Atlântico, Wesley ficou profundamente impressionado com um grupo de morávios a bordo do navio. A fé que tinham diante do risco da morte (o medo de morrer acompanhava Wesley constantemente durante a sua juventude) predispôs Wesley à fé evangélica dos morávios. Retornou à Inglaterra em 1738.

Numa reunião de um grupo morávio na rua Aldersgate, em 24 de maio de 1738, ao escutar uma leitura tirada do prefácio de Lutero ao seu comentário de Romanos, Wesley sentiu seu coração aquecido de modo estranho. Embora os estudiosos discordem entre si quanto à natureza exata dessa experiência, nada dentro de Wesley ficou sem ser tocado pela fé que acabara de receber.

Depois de uma viagem rápida para a Alemanha para visitar a povoação moravia de Herrnhut, voltou para a Inglaterra e, juntamente com George Whitefield, começou a pregar a salvação pela fé. Essa “nova doutrina” era considerada redundante pelos sacramentalistas da Igreja Oficial que achavam que as pessoas já eram suficientemente salvas em virtude de seu batismo na infância.

Em 1739, John Wesley foi a Bristol, onde surgiu um reavivamento entre os mineiros de carvão em Kingswood. O reavivamento continuou sob a liderança direta dele durante mais de cinqüenta anos. Viajou cerca de 400.000 km, por todas as partes da Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda, pregando cerca de 40.000 sermões. Sua influência se estendeu à América do Norte. O metodismo veio a tornar-se uma denominação após a morte de Wesle

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JONATHAN EDWARDS (1703-1758)

Grande pregador dos EUA, ingressou no ministério em 1726. Seu primeiro pastorado foi em Northampton, Massachusetts, onde serviu até 1750. Foi contemporâneo e atuante num grande despertamento espiritual e tido por alguns como o maior teólogo da América do Norte. Era pregador excelente, com célebres sermões publicados: Deus Glorificado na Dependência do Homem (1731), Uma Luz Divina e Sobrenatural (1733) e o mais famoso, Pecadores nas Mãos de um Deus Irado (1741).

Sobre o sermão mais famoso, baseou-se em Deuteronômio 32:35. Depois de explicar a passagem, acrescentou que nada evitava que os pecadores caíssem no inferno, a não ser a própria vontade de Deus. Afirmou que Deus estava mais encolerizado com alguns dos ouvintes do que com muitas pessoas que já estavam no inferno. Disse que o pecado era como um fogo encerrado dentro do pecador e pronto, com a permissão de Deus, a transformar-se em fornalhas de fogo e enxofre, e que somente a vontade de Deus indignado os guardava da morte instantânea.

Continuou, então, aplicando ao texto ao auditório: Aí está o inferno com a boca aberta. Não existe coisa alguma sobre a qual vós vos possais firmar e segurar... há, atualmente, nuvens negras da ira de Deus pairando sobre vossas cabeças, predizendo tempestades espantosas, com grandes trovões. Se não existisse a vontade soberana de Deus, que é a única coisa para evitar o ímpeto do vento até agora, seríeis destruídos e vos tornaríeis como a palha da eira... O Deus que vos segura na mão, sobre o abismo do inferno, mais ou menos como o homem segura uma aranha ou outro inseto nojento sobre o fogo, durante um momento, para deixa-lo cair depois, está sendo provocado ao extremo... Não há que admirar, se alguns de vós com saúde e calmamente sentados aí nos bancos, passarem para lá antes de amanhã...

O sermão foi interrompido pelos gemidos dos homens e os gritos das mulheres; quase todos ficaram de pé ou caídos no chão. Durante a noite inteira a cidade de Enfield ficou como uma fortaleza sitiada. Teve início um dos maiores avivamentos dos tempos modernos na Nova Inglaterra.

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MARTINHO LUTERO (1483-1546)


MARTINHO LUTERO (1483-1546)

Era um destacado monge agostiniano, doutor em teologia e pregador na cidade de Wittemberg, quando ocorreu uma grande transformação em sua vida. Ele mesmo contou: Desejando ardentemente compreender as palavras de Paulo, comecei o estudo da Epístola aos Romanos. Porém, logo no primeiro capítulo consta que a justiça de Deus se revela no Evangelho (vs 16 e 17). Eu detestava as palavras “a justiça de Deus”, porque conforme fui ensinado, eu a considerava como um atributo do Deus santo que o leva a castigar os pecadores. Apesar de viver irrepreensivelmente, como monge, a consciência perturbada me mostrava que era pecador perante Deus. Assim odiava a um Deus justo, que castiga os pecadores... Senti-me ferido de consciência, revoltado intimamente, contudo voltava sempre ao mesmo versículo, porque queria saber o que Paulo ensinava. Contudo, depois de meditar sobre esse ponto durante muitos dias e noites, Deus, na sua graça, me mostrou a palavra “o justo viverá da fé”. Vi então que a justiça de Deus, nessa passagem, é a justiça que o homem piedoso recebe de Deus pela fé, como dádiva. Então me achei recém nascido e no Paraíso. Todas as Escrituras tinham para mim outro aspecto; perscrutava-as para ver tudo quanto ensinam sobre a justiça de Deus. Antes, estas palavras eram-me detestáveis; agora as recebo com o mais intenso amor. A passagem me servia como a porta do Paraíso.

Em outubro de 1517, Lutero afixou à porta da Igreja do Castelo de Wittemberg as 95 teses, o teor das quais é que Cristo requer o arrependimento e a tristeza pelo pecado e não a penitência. Lutero afixou as teses para um debate público, na porta da igreja, como era costume nesse tempo. Estas teses, escritas em latim, foram logo traduzidas para o alemão, holandês e espanhol. Logo, estavam na Itália, fazendo estremecer os alicerces de Roma. Foi desse ato de afixar as 95 teses que nasceu a Reforma.

Um ano depois de afixar as teses, Lutero era o homem mais popular em toda a Alemanha. Quando a bula de excomunhão, enviada pelo Papa, chegou a Wittemberg, Lutero respondeu com um tratado dirigido ao Papa Leão X, exortando-o, no nome do Senhor, a que se arrependesse. A bula do Papa foi queimada fora do muro da cidade de Wittemberg, perante grande ajuntamento do povo.

Lutera era um erudito em hebraico e grego, o que facilitou sua grande obra, a tradução da Bíblia para o alemão. Ele mesmo escreveu para o seu povo: Jamais em todo o mundo se escreveu um livro mais fácil de compreender do que a Bíblia. Comparada aos outros livros, é como o sol em contraste com todas as demais luzes. Não vos deixeis levar a abandona-la sob qualquer pretexto. Se vos afastardes dela por um momento, tudo estará perdido; podem levar-vos para onde quer que desejam. Se permanecerdes com as Escrituras, sereis vitoriosos.

Depois de abandonar o hábito de monge, Lutero resolveu deixar por completo a vida monástica, casando-se com Catarina von Bora, freira que também saíra do claustro, e geraram seis filhos.

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A arte de pregar
Todo pregador que quiser aperfeiçoar suas técnicas de comunicação encontrará aqui os fundamentos da oratória aplicados à homilética!
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Edição revisada e ampliada
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Sobre o DVD:
No dvd que acompanha este livro, o leitor encontrará o curso 7 Fatores da Pregação Relevante. Devido à sua importância, o autor trata em destaque cada um dos fatores. São eles:
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Além de instrutivo, o curso é bastante dinâmico, trazendo entrevistas com diversas pessoas que compartilham sua opinião, sob o ponto de vista do ouvinte, a respeito de qual seria a melhor maneira de pregar a palavra de Deus no mundo de hoje.

DADOS TÉCNICOS:
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Títilo: A arte de pregar (Edição revisada e ampliada)
Autor (a): Robson M. Marinho
Editora: Vida nova
Edição: 2 ª
Categoria: Teologico
Ano: 2008
Páginas: 288
Acabamento: Brochura
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-85-275-0391-4

Contém um DVD com o curso : 7 fatores da pregação relevante
Aprox. 102 min

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OBS.A arte de pregar
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Vivemos em uma sociedade condicionada pela televisão



Vivemos em uma sociedade condicionada pela televisão. Isto é ponto pacífico. Diante desta realidade, já não temos certeza se as pessoas desejam ouvir sermões, ou se pelo menos estejam predispostas a ouvi-los. Habituados a ver imagens em rápido movimento na tela, parece desajustado esperar que dediquem atenção a um discurso, sem efeitos visuais divertidos, ou qualquer outra opção para olhar. Parece que quando começa a pregação as pessoas se desligam; quase ouvimos o clique.

Não estou incentivando que paremos com a pregação, que fique claro! Concordo que o ato da pregação encerra em si algo de inexplicável, misterioso e que não pode ser comparado a nada ou qualquer outro meio de comunicação; mas o distinto pregador haverá de convir que cada vez mais precisamos nos esforçar para captar a atenção dos ouvintes em nossas igrejas; isso pelo fato de que tudo que é desbotado, monótono e lento não pode competir na era da TV. Ela nos desafia a sermos criativos na apresentação da verdade, recorrendo a ilustrações, mudando nosso estado de ânimo, adicionando pequenas pitadas de humor e preferencialmente que desenvolvamos um fluxo contínuo na exposição da palavra.


Os pressupostos

Em um mundo indisposto a parar – e ainda parar para ouvir, como podemos ser persuadidos a continuar a pregar e fazê-lo de maneira eficaz? Indubitavelmente aqui a teologia é mais importante do que a metodologia. Embora o domínio da homilética seja importante para o pregador, dizemos que mais importante do que o método de falar é ter algo consistente para falar. A técnica nos torna oradores de uma mensagem enquanto o preparo teológico nos torna pregadores portadores de uma mensagem.

Isto posto, partimos da premissa que “O segredo essencial não é dominar certas técnicas, mas ser dominado por certas convicções”.


Convicção sobre a Pessoa de Deus.

Num mundo de pessoas influenciadas por conceitos relativistas, é pertinente que o pregador evangélico analise sua própria convicção sobre a Pessoa de Deus. É inegável que por detrás do conceito e do ato da pregação acha-se uma doutrina de Deus, uma convicção a respeito da sua existência, da sua atuação e do seu propósito. Assim, o tipo de Deus em que cremos reflete diretamente no tipo do sermão que pregamos.


O Deus que revela a Si mesmo.

Tomando por empréstimo o conceito de Stott, podemos dizer que assim como é da natureza da luz brilhar, também é da natureza de Deus revelar-se. Concordamos que as vezes Ele se oculta, mas apenas dos sábios demais, dos entendidos de mais, mas isso apenas porque são orgulhosos e não querem conhecê-lo; Ele se revela aos pequeninos, ou seja, aos suficientemente humildes para acolher a revelação que ele fez de si mesmo (Mt 11.25.26). As trevas são o habitat de Satanás; Deus é luz.

No auditório que nos ouve na igreja, existem pessoas nas mais diversificadas condições, senão vejamos: Algumas estão totalmente alienadas de Deus, outras perplexas e desnorteadas pelos mistérios da própria existencialidade, outras ainda não encontraram respostas satisfatórias para sua dúvidas que já passam a tomar forma de incredulidade. É preciso que tenhamos plena certeza quando falamos com elas que Deus é a luz e que deseja fazer raiar a sua luz, dissipando as trevas que pervadem seu ser (2 Co 4.4-6).


Convicção a respeito das Escrituras.

Inevitavelmente a doutrina de Deus desemboca na doutrina das Escrituras. Sendo isso verdade, não trataremos de forma coerente as escrituras no púlpito se não for adequada a nossa doutrina acerca das Escrituras. O pregador em cuja obra este articulista se inspirou para abordar esta temática nos lembra que é por demais importante a compreensão desta fundamental doutrina por todos aqueles que lidam com a pregação porque Deus continua falando através daquilo que Ele mesmo já disse.


Se nos conformarmos apenas com a verdade de que “As sagradas escrituras são a palavra de Deus escrita” e pararmos por ai, ficaremos expostos à crítica de que aquele que falou séculos atrás está em silêncio hoje e que a única palavra que podemos ouvir dEle provém de um livro, o que o torna meramente num eco fraco de um passado distante, com forte cheiro de mofo das bibliotecas. Mas não: a Bíblia é muito mais do que uma coletânea de documentos antigos nos quais são preservados a palavra de Deus. Não é um tipo de museu no qual a Palavra de Deus é exibida numa estante de vidro como uma relíquia ou fóssil. Pelo contrário, é uma palavra viva, proveniente do Deus vivo, para pessoas vivas, com uma mensagem igualmente viva para um mundo em movimento. Um erudito pregador, discorrendo sobre a doutrina das escrituras, expressou: “Tenho estudado a doutrina das Escrituras por muito tempo. O modelo mais satisfatório para descreve-la é a seguinte: a Bíblia é Deus pregando”.


A Palavra Deus continua poderosa

Muitos símiles são usados na Bíblia para ilustrar a influência poderosa exercida pela palavra de Deus. Vista como um martelo, pode transformar em fragmentos um coração de pedra. Como fogo, os lixos do coração são reduzidos ás cinzas. Como luz, indica o nosso caminho na escuridão da incerteza, tal como o farol guia o marinheiro. Como espelho, nos mostra o que somos e o que devemos ser. Diante do exposto, é possível Alguém dizer: “Tudo bem ao citar Paulo, Apolo, Spurgeon, Lutero, Wesley, Billy Graham, etc; realmente seus ministérios foram impactantes e marcaram épocas, mas o que acontece comigo? Não tenho me furtado o dever da pregação e faço sempre, domingo após domingo e a boa semente parece que sempre cai à beira do caminho e é pisoteada pelas pessoas. Porque a palavra de Deus não é tão eficaz quanto foram na vida destes homens, quando saem dos meus lábios?”


Respondemos a esta objeção tomando por base a própria parábola do semeador. Jesus nos ensinou que não devemos esperar que toda a nossa semeadura frutifique. É verdade que existem terrenos duros e cheios de pedras, e que as aves, as ervas daninhas e o sol causticante também estão presente no ato da semeadura e por isso mesmo interferem no resultado final, a saber, a colheita. Mais isso jamais será motivo para desistirmos da pregação, pois o Mestre ainda nos deixou a perspectiva de que alguns tipos de solos se revelariam férteis e produtivos. Assim, a semente que neles caíssem produziriam frutos consistentes. Existe um princípio de vida e poder na semente, e quando é o Espírito quem prepara o solo, inegavelmente virá a germinação, o crescimento e a frutificação. Fato é que este processo nem sempre é imediato como gostaríamos.


Penso que se não estivermos plenamente convictos do poder atuante desse Deus, da sua iniciativa em revelar-se a si mesmo, de que Bíblia é muito mais do que o registro da palavra de Deus; é Deus que continua falando através daquilo que Ele mesmo já disse e que esta palavra continua com o mesmo poder e vigor de sempre, nunca devemos ter a presunção de ocupar um púlpito, a não ser que creiamos nesse Deus.


Como ousaríamos falar se Deus não falou? Amós vaticinou: “O leão rugiu, quem não temerá? O Senhor, o Soberano, falou, quem não profetizará? (3.8) Se não tivermos uma resposta para estas perguntas, ou seja, se não estivermos convictos da mensagem, é melhor nos calarmos. Mas o contrário também é verdadeiro: Se estivermos convictos de que Deus está falando, então devemos sim falar.


Sobre nós, pregadores, repousa uma compulsão e nada nem ninguém poderá nos calar. Nenhum meio de comunicação desta era pós-moderna poderá ofuscar o brilho e a glória de um sermão cheio de vida e dinamismo pregado ao vivo!


Portanto, continue pregando. Por mais fraco que seja o pregador, a palavra de Deus é tão forte e poderosa como sempre.


Pr.charleston scarparo baxarel em teologia

CONADIC-PA


CONHECENDO A CONVENÇÃO CONADIC


Convenção das Assembléias de Deus
e Igrejas Coligadas no Brasil




CONADIC É uma Convenção Interdenominacional, filantrópica, nascida da vontade de Deus, com o objetivo de cultuar a Deus, propagar o evangelho do Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, reunir Obreiros e Ministros Evangélicos na finalidade de proporcionar uma organização entre os mesmo, visando o aperfeiçoamento de todos os santos, auxiliar na habilitação dos obreiros e ministros não habilitados, orientá-los, dentro das suas necessidades eclesiásticas, promover o Conhecimento Bíblico, a comunhão e a unidade dos cristãos, conforme a Palavra de Deus.

A CONADIC É uma Convenção de Ministros e Obreiros de qualquer Igreja Evangélica.


Procuramos documentar os nossos filiados, com: carteira de habilitação religiosa (credencial), carta de apresentação válida em todo o território nacional e internacional, diploma de filiação e diploma de consagração, e consagração de novos ministros. Visando que o mesmo possa exercer a sua função ministérial totalmente legalizado e sem nenhum impedimento, para que o nome do nosso bom Deus seja cada dia mais glorificado.


Promovemos: Reuniões, Congressos, Palestras, Cruzadas, Seminários, Cursos de Capacitação, etc.


A CONADIC É uma Convenção que não se apropria dos bens (móveis / imóveis) dos seus filiados, dando total autonomia, como também não interfere nos sistemas doutrinários e no que se refere a, usos e costumes dos nossos filiados, pois entendemos que isso compete à liderança de cada Igreja.


A Convenção apoia as Igrejas e Ministros filiados com credenciamento, consagração, diplomas de filiação, cartas de apresentação e demais documentações de identificação eclesiástica, assistência jurídica, legalização de igrejas, cursos teológicos, etc.


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Em nome de: Paula Maria Pereira Amin de Paula.

* Sem mensalidades

QUE FAZ UM DIÁCONO?

Sim; quais as funções de um diácono numa igreja evangélica? Que é um dos oficiais da igreja, juntamente com o pastor, já o sabemos. Porém, qual a sua tarefa básica?

Em outro grupo religioso, o diaconato é um passo para chegar ao sacerdócio. O seminarista é ordenado diácono, estagia por algum tempo, e vai ascendendo até ser ordenado sacerdote, quando, segundo a doutrina do grupo, recebe o direito de fazer a transformação do pão na carne de Cristo e do vinho no Seu sangue, assim como o poder de perdoar os pecados alheios. A Bíblia, aliás, nada fala sobre essas práticas.

A Palavra de Deus explica que o diaconato nasceu de uma preocupação social. O livro dos Atos dos Apóstolos no seu capítulo 6 registra as razões para a instituição desses oficiais na igreja: o aumento dos novos discípulos, a murmuração de um segmento que julgava ser preterido na distribuição de "cestas básicas", o desvio dos pastores de suas funções com a preocupação com a distribuição diária dos gêneros alimentícios e assemelhados.

A MESA DOS POBRES


O que motiva nossa reflexão ainda é a pergunta "Que faz um diácono?" Segundo o apreciado mestre e doutrinador batista, Dr. W. C. Taylor, em seu renomado e esgotado Manual das Igrejas, os diáconos são responsáveis por três mesas:

à A Mesa dos Pobres;

Cuidando dos Necessitados


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* Canais

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ESTUDO PARA DIÁCONO


A palavra diácono tem um significado muito simples. Veio transliterada da língua grega diretamente para a portuguesa. Na língua original, quer dizer "servo".


Tudo indica que a função, conquanto se evidencie no Novo Testamento com este nome, já existia na sociedade hebréia. Moisés tinha os seus auxiliares, porque seus afazeres extrapolavam a sua capacidade humana. Tinha ele, portanto, um pugilo de homens que atendiam a segmentos mais particulares do povo de Deus.

Na Igreja Apostólica, atribui-se ao relato de Atos 6 a instituição diaconal. Por ele, verificamos que a função foi criada para que os pastores fossem assistidos, havendo quem cuidasse dos misteres materiais da comunidade cristã. O projeto de trabalho de Deus, portanto, coloca o pastor no ministério da palavra, do ensino e da oração (6.4), e o diácono na beneficência, assistência e ação social. (6.1-3). E os dois trabalhando em franca harmonia.

E porque esse é um trabalho de essência, os indicados deveriam ser pessoas de qualidade espiritual, exemplo para os mais novos e inspiração para todos (6.3) Os requisitos exigidos dos diáconos são muito claros na Escritura e estão relacionados em Atos 6.3; e 1Timóteo 3.9-13. O diácono deve ser confiável, cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, respeitável, pessoa de palavra, temperante, não ganancioso, ter uma consciência limpa, irrepreensível, que bem administre os problemas de sua família, que seja um marido fiel, bom pai, que tenha boa reputação, prudente, equilibrado, acolhedor, tenha capacidade de ensino, não levante conflitos, seja tolerante e calmo. E Paulo acrescenta no caso das diaconisas: não sejam maldizentes (segundo a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, não faladeiras), moderadas, e fiéis em tudo.

Refletiremos sobre essas qualidades, objetivando ter uma visão abrangente, embora sucinta, do ministério diaconal, auxiliar em tudo do ministério do seu pastor.

GENTE DE CONFIANÇA

No segmento acima, relacionamos os requisitos exigidos dos diáconos e expostos na palavra de Deus. Os primeiros estão descritos em Atos 6.3.

Não poderia ser mais claro: o diácono há de ser uma pessoa confiável. Isso significa ser alguém em cujos olhos você lê caráter, honestidade e olhar sincero. É uma pessoa em quem não há falsidade. No livro de Jó, a falta de confiabilidade é coisa própria do ímpio. O capítulo 8, versos 14 e 15 desse livro dizem que "a sua confiança é como a teia de aranha.

Encontra-se à sua casa, mas ela não subsiste; apega-se a ela, mas ela não fica em pé".

Muita gente entrou em contato com Jesus e Seu ministério. O Evangelho de João declara que o Mestre não confiava em todos, como está expresso em 2.24: "Mas Jesus não confiava neles, pois a todos conhecia". Mesmo na comunidade cristã, havia pessoas a quem faltava essa abençoada qualidade. É o caso de Diótrefes, cujo comportamento é censurado e os irmãos alertados por não ser uma pessoa de confiança, pois "quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal jamais viu a Deus" (3Jo 9, 11). Paulo também menciona pessoas no meio dos primeiros discípulos, como é o caso de Alexandre (cf. 1Tm 4.14).

Pois é; um diácono, uma diaconisa há de ser pessoa de altíssima confiança, e que compreende o alto relevo de sua função no ministério entre o povo de Deus.

CHEIO DO ESPÍRITO SANTO

A palavra de Deus não faz por menos: o diácono há de ser uma pessoa plena do Espírito de Deus. Que significa essa expressão tão rica de colorido?

A base para a entendermos está em Efésios 5.18: "Não vos embriagueis com vinho, em que há devassidão, mas enchei-vos do Espírito". Por incrível que possa parecer, há um paralelo entre a intoxicação alcoólica e o ser cheio ou pleno do Espírito. Quando alguém se embriaga, seu andar, seu falar, seu tocar estão controlados pelo espírito do vinho, pelos seus vapores. Quando alguém está cheio do Espírito, seu tocar, seu falar, seu caminhar estão controlados pelo Espírito de Deus.

Sua personalidade, então, faz diferença pela influência altamente positiva sobre as pessoas para as quais sua vida se torna exemplo de entrega, dedicação e consagração. É uma pessoa santa, no sentido real da palavra: é uma pessoa diferente.

Esse diferencial fará o contexto de Efésios 5.18 parecer coisa facílima para o detentor da plenitude ou enchimento do Espírito, no caso em questão o diácono ou a diaconisa. Vai ser fácil:

 andar prudentemente (v. 15);

 não ser insensato (v. 17);

 Falar a modo de louvor (v.19)

 Dar graças a Deus por tudo, mesmo as amargas lições da vida (v.20)

 Sujeitar-se em amor e no temor de Jesus Cristo a outras pessoas (v.21).
E, ainda,

 Ser imitador de Deus (v.1);

 Andar em amor (v.2)

 Entregar-se como sacrifício a Deus (v.2),
porque tudo isso, e mais se poderia dizer, é ser controlado pelo Espírito Santo. Isso é ser um diácono ou uma diaconisa em quem habita a plenitude do Espírito de Deus.

SABEDORIA
Diz-se hochmah em hebraico, e sophia em grego. São palavras interessantes pela riqueza de conceitos que possuem.

Não foi coisa pequena o Espírito de Deus ter inspirado os apóstolos a colocarem como requisito para o diaconato a sabedoria. Ao lado da confiabilidade e da plenitude do Espírito, a sabedoria é uma ferramenta preciosa que dá facilita a tarefa diaconal como conselheiro e auxiliar do seu pastor.

Um breve exame da presença desta virtude nas páginas do Antigo e do Novo Testamentos atesta como é relevante:

¨ "Bem-aventurado o homem que encontra sabedoria..." (Pv. 3.13a);

¨ "A sabedoria é suprema; portanto, adquire a sabedoria... Estima-a e ela te exaltará; abraça-a, e ela te honrará"" (Pv. 4.7, 8);

¨ "Não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do pleno conhecimento da sua vontade; em toda a sabedoria e entendimento espiritual" (Cl 1.9);

¨ "Andai com sabedoria..." (Cl 4.5a).

E seguiríamos adiante porque no AT, a hochmah, e no NT, a sophia são predicados de quem caminha na vereda dos justos.

RESPEITO É BOM...

O título nada tem a ver com a malcriada reação de algumas pessoas. Realmente, visa a destacar a próxima qualidade do diácono: sua respeitabilidade.

Chama a atenção o fato de que essa virtude é via de mão dupla: o diácono se faz respeitar e respeita a quem serve. Recordemos que o dever de respeitar se faz presente em toda a Bíblia. E como, ao lado do ser servo, são líderes na Casa de Deus, "o ancião e o homem de respeito são a cabeça", ensina Provérbios 9.15a. Não ensina a Palavra que "a quem honra, honra"? (Rm 13.7).

Na língua hebraica, a palavra para "respeito" e "honra" é kavod (dbk). É a mesma que conceitua "intensidade, peso, prestígio, brilho". Kavod é "a glória de Deus", é o "peso moral" de alguém. Por essa razão, tem aplicação tão adequada a esta função de servo da comunidade, de líder comunitário, de pessoa a serviço de Deus e dos santos.

PALAVRA FIRME

A próxima característica do diácono, de acordo com a Palavra Santa, é a firmeza de sua palavra. É o que destaca a Primeira Carta a Timóteo, capítulo 3, verso 8. Aliás, é preceito que está na palavra de Jesus Cristo, que disse, e aqui uso a Bíblia Sagrada em Português Corrente: "Basta que digas 'sim', quando for sim, e 'não', quando for não. Tudo o que passa disso é obra do Diabo" (Mt 5.37). Assim é o caráter diaconal.

Outra tradução do Novo Testamento usa a palavra "sincero" para expressar o conceito acima. Palavra interessante esta. Sincero; dizem os especialistas no assunto que vem do teatro greco-romano. Sentimentos eram expressos com o uso de máscaras de cera. Se a expressão era de alegria ou de tristeza, usava o ator a máscara correspondente. No normal, era mostrada a face sem cera (sin + cera), Ficou claro, não é?

Uma pessoa sincera é a que se apresenta sem máscaras, e cuja palavra é firme. Mas não se confunda sinceridade com falta de educação. "Eu sou muito franca", diz alguém, e em seguida faz uma exibição gratuita de má educação social.

Sinceridade tem, realmente, a ver com a operação do Espírito Santo. Sinceridade endossa o dito anteriormente: a confiabilidade, a plenitude do Espírito, a sabedoria e a respeitabilidade, apanágios do diácono!

TEMPERANÇA

Nem oito, nem oitenta: temperança. A próxima característica do é sua capacidade de equilíbrio representada por essa palavra acima. A função diaconal é solicitada basicamente com respeito à sua sensibilidade e em estar alerta para com as necessidades da igreja a que serve. Como auxiliar do seu pastor, o diácono e a diaconisa são os olhos da igreja para detectar que família ou irmão tem necessidades especiais e urgentes. O livro dos Atos destaca essas necessidades particulares ao dizer que as viúvas [dos gregos] "eram desprezadas na distribuição diária de alimento" (6.1)

Esses homens e mulheres sensíveis e atentos estão investidos daqueles traços espirituais e éticos, que, aliados ao necessário equilíbrio de uma vida temperante, os habilitarão ao exercício correto e adequado dessa importante função.

Não esqueçamos que o mesmo apóstolo Paulo que, pela inspiração do Espírito diz, "os diáconos sejam... não dados a muito vinho" é o que afirma pelo Espírito, "E não vos embriagueis com vinho, em quem há devassidão, mas enchei-vos do Espírito". Ao Espírito, pois!

A TENTAÇÃO DE MAMOM

O texto de 1Timóteo 3.8 tem traduções variadas. O objetivo é deixar bem esclarecido o ensino de Paulo. A segunda edição da RAB diz " Não cobiçosos de sórdida ganância". A TLH diz "[Os diáconos não devem] ser gananciosos". A Edição Pastoral deixa bem claro, "[Os diáconos não]... ávidos de lucros vergonhosos". Em todos os casos, o Apóstolo quer deixar explícito que a inveja, a avidez, a cobiça, a ganância, o desejo de amealhar pelo amealhar, a ânsia de ganhar pelo ganhar não combinam com as altas qualidades esperadas do diácono e da diaconisa batistas.

No Sermão da Montanha, está registrada a palavra de Jesus que diz, "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (riquezas)". Palavra mais direta não poderia haver.

O diácono há de ser um desprendido das coisas materiais. Não é um imprevidente, um perdulário. Não pode ser, no entanto, um sovina, um somítico porque não é servo do dinheiro, mas faz do dinheiro seu servo para a grandeza do reino de Deus.

CONSCIÊNCIA LIMPA

Esta característica diaconal é até acentuada no Salmo 24, no qual Davi, o poeta, faz a seguinte pergunta, "Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu lugar santo?" A resposta óbvia, e que nasce do caráter do próprio caráter de Deus vem a seguir, "O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente".

Não pode ser de outro modo, porque estamos tratando de consciência limpa, algo que há de ser perfeitamente natural ao caráter cristão. Natural é aquilo que forma a essência de algo. A Palavra de Deus salienta que "se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2Co 5.17). Mas só se está em Cristo; se não possui a mente de Cristo nem vive o estilo de vida do Mestre, tudo continua como era: na malignidade. A diferença está no fato que "o sangue de Jesus... nos purifica de todo o pecado" (1Jo 1.7b). Aí, nosso caráter é todo outro: não somos rancorosos, preconceituosos, invejosos, irascíveis, fingidos e desleais. Esse é o caráter do diácono e da diaconisa cristãos; esse é o caráter do cristão, da nova criatura em Cristo, purificada pelo sangue de Cristo, do que tem a consciência limpa.

NADA A REPARAR

Como ensina o texto de 1Timóteo 3.10: "se [os candidatos a derem diáconos] se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato". O que de tão correto e justo não precisa de reparo, de qualquer justificativa ou explicação é qualificado como irrepreensível, quer dizer, não merece repreensão.

É; a postura do diácono há de ser absolutamente correta. Não pode ser objeto de comentário, censura ou observações desairosas por parte de quem quer que seja. No trato com os irmãos em Cristo, perfeitamente correto; com os descrentes, cordial e respeitoso.

Diáconos e diaconisas são facilitadores muito especiais da Obra de Jesus Cristo. Nada que eles façam deve ser para embaraçar, atrapalhar, prejudicar o bom testemunho e o crescimento do Reino de Deus. Daí, a necessidade de correção nas palavras, justeza nas ações, boas intenções nos pensamentos porque o que fizer, mesmo inconscientemente, resultará em benefício ou prejuízo para a Causa do Senhor, e glória do Seu Nome.

E como, vezes tantas, a única Bíblia a ser lida por certas pessoas é sua vida, tão somente sua vida, mais necessária se faz a conscientização de que diáconos, diaconisas.

O DIÁCONO COMO CHEFE DE FAMÍLIA

Segundo a Escritura Sagrada, o diácono deve ser um padrão como chefe de família. Não pode ser algo menos que isso, pois é uma recomendação bíblica, além de ser ponto de evidente senso comum. O que o texto sagrado quer deixar claro é que deve ser o diácono um bom gestor da vida familiar, um exemplo de marido, deixando esposa e filhos tranqüilos em relação ao presente, e provendo para o futuro. Uma das clássicas versões do Novo Testamento assim coloca, "o diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa" (1Tm 3.12 ARA).

A Bíblia Sagrada tem um especialíssimo lugar para a família. O relato do seu primeiro livro é que Deus a criou debaixo de Sua bênção. A família submissa a Deus é, portanto, abençoada e abençoadora. Seus filhos são as "flechas nas mãos do guerreiro" do Salmo 127, e os "rebentos de oliveira" do Salmo seguinte. Imagine-os no lar do diácono que há de ser, por esse motivo, um exemplo na casa do Senhor?

BOM MARIDO E BOM PAI

É como diz o texto sagrado: "O diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa" (1Tm 3. 12). O diácono há de ser amante da disciplina.

A disciplina, que começa em casa, mantém seu casamento estável e seus filhos em sujeição. A disciplina mantém sua vida espiritual equilibrada, o que trará como conseqüência uma consciência tranqüila, um coração alerta do qual procederão conselhos e ponderações que somente ajudarão a igreja e seu pastor a prosseguir no seu caminho.

Uma vida conjugal bem ajustada, uma família criada aos pés de Jesus Cristo, compreensão e carinho entre os familiares, testemunho fiel dos pais, bom procedimento dos filhos, são basilares para que o mundo veja a diferença que Cristo faz na vida. Afinal, diz a Santa Palavra que "Se alguém está em Cristo é uma nova criatura", e as coisas do passado ficaram para trás porque tudo é novidade de vida.

"...quanto às mulheres..."

Deste modo, Paulo inicia suas instruções com relação às diaconisas. Tudo o que foi dito aos candidatos homens ao diaconato tem pertinência com respeito às candidatas. A dignidade é a mesma, por essa razão, "devem ser dignas de respeito, não maldizentes, ajuizadas, fiéis em todas as coisas" (1Tm 3.11, Edição Pastoral).

É digno de observação que Paulo faz um especial destaque quando fala das candidatas a este ministério. Devem ser elas não maldizentes; ajuizadas; fiéis em todas as coisas.

Esse diferencial tem cabimento, visto que as mulheres cristãs são pessoas tão especiais que o apóstolo Pedro na sua Primeira Carta, capítulo 3.4 coloca como qualidade distintiva das senhoras e jovens cristãs "o incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo" (VRA) ou, como diz a Edição Pastoral, "o enfeite inalterável de caráter suave e sereno" O apóstolo é bem claro: é necessário que as queridas irmãs sejam "respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo", assim verte a ARA, o que a BSPC coloca como "dignas, não murmuradoras, pessoas de bom senso e fiéis em tudo".

Realmente, se há um destaque, é porque diaconisas são pessoas especiais. Purificadas de seus pecados pelo sangue de Jesus, como ensina João, filhas amadas de Deus, influentes na congregação dos crentes, são, em verdade, criaturas muito especiais. São senhoras de uma dignidade ou respeitabilidade a toda prova, não passam adiante o que alguém lhe confidencia, nem aceitam de primeira o que lhe chega aos ouvidos sobre outros irmãos, por isso não podem ser maldizentes ou murmuradoras. Equilibradas em tudo o que pensam, dizem e realizam, quer dizer, temperantes ou de bom senso. Fiéis. Essa é a maior prova de lealdade ao Mestre e Sua Igreja, à Denominação a quem servem, e à igreja local onde exercem o ministério da diaconia.




QUE FAZ UM DIÁCONO?

Sim; quais as funções de um diácono numa igreja evangélica? Que é um dos oficiais da igreja, juntamente com o pastor, já o sabemos. Porém, qual a sua tarefa básica?

Em outro grupo religioso, o diaconato é um passo para chegar ao sacerdócio. O seminarista é ordenado diácono, estagia por algum tempo, e vai ascendendo até ser ordenado sacerdote, quando, segundo a doutrina do grupo, recebe o direito de fazer a transformação do pão na carne de Cristo e do vinho no Seu sangue, assim como o poder de perdoar os pecados alheios. A Bíblia, aliás, nada fala sobre essas práticas.

A Palavra de Deus explica que o diaconato nasceu de uma preocupação social. O livro dos Atos dos Apóstolos no seu capítulo 6 registra as razões para a instituição desses oficiais na igreja: o aumento dos novos discípulos, a murmuração de um segmento que julgava ser preterido na distribuição de "cestas básicas", o desvio dos pastores de suas funções com a preocupação com a distribuição diária dos gêneros alimentícios e assemelhados.

A MESA DOS POBRES


O que motiva nossa reflexão ainda é a pergunta "Que faz um diácono?" Segundo o apreciado mestre e doutrinador batista, Dr. W. C. Taylor, em seu renomado e esgotado Manual das Igrejas, os diáconos são responsáveis por três mesas:

à A Mesa dos Pobres;

Cuidando dos Necessitados

Pois nunca deixará de haver pobre na terra; por isso, eu te ordeno: livremente, abrirás a mão para o teu irmão, para o necessitado, para o pobre na tua terra. Deuteronômio 15:11

A religião pura e sem mácula, para com o nosso Deus e Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e a si mesmo guardar-se incontaminado do mundo.Tiago 1:27

Então, enquanto temos tempo, façamos bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé. (Gálatas 6 : 10)



Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade; (Romanos 12 : 13)

O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades em glória, por Cristo Jesus. (Filipenses 4 : 19)




à A Mesa da Igreja;



Fizeram-lhe, pois, ali uma ceia, e Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. (João 12 : 2)



E Jesus tomou os pães e, havendo dado graças, repartiu-os pelos discípulos, e os discípulos pelos que estavam assentados; e igualmente também dos peixes, quanto eles queriam. (João 6 : 11)



Ele, porém, respondendo, lhes disse: Dai-lhes vós de comer. (Marcos 6 : 37)



Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel. (I Timóteo 5 : 8)




à A Mesa do Pastor.

Lembrai-vos dos vossos pastores, que vos falaram a palavra de Deus, a fé dos quais imitai, atentando para a sua maneira de viver. (Hebreus 13 : 7)



Os presbíteros que governam bem sejam estimados por dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e na doutrina; (I Timóteo 5 : 17)



TODOS os servos que estão debaixo do jugo estimem a seus senhores por dignos de toda a honra, para que o nome de Deus e a doutrina não sejam blasfemados. (I Timóteo 6 : 1)





A divisão é auto-explicável, pois a Mesa dos Pobres é a ação beneficente que encontra sua fonte na própria instituição do diaconato. `'E tão somente ir a Atos 6.2, quando homens especiais foram separados para essa tarefa delicada e especial da assessoria, visitação, triagem e distribuição dos gêneros, ou como escreveu Lucas "servir às mesas".

A Mesa da Igreja é a celebração memorial da morte de Jesus Cristo, que periodicamente realizamos. Por ocasião da Ceia do Senhor, nós nos inspiramos e alegramos, e vivemos a esperança do retorno de Cristo para buscar a Sua Igreja. Os diáconos cuidam dessa inspiradora tarefa.

Quanto à Mesa do Pastor, refere-se o Dr. Taylor ao cuidado e sensibilidade especiais que devem ter os diáconos para que o Pastor da igreja e sua família não passem privações econômicas pelo fato de tantas vezes sofrerem calados pressões financeiras fazendo-o, vezes tantas, buscar uma segunda fonte de renda para poder dar dignidade aos seus, adquirir livros, jornais e revistas que lhe sirvam de instrumental para seu ensino e pregações para o bem de seu rebanho.

Que faz um diácono? Fica alerta para as necessidades de seus irmãos de fé, sendo ele mesmo o primeiro a ser abençoado.

NOVAS REFLEXÕES

Continuando nossas reflexões sobre a instituição do diaconato, desejamos lembrar aos irmãos que a palavra diácono e seus derivados ("servir, ministrar", "serviço, ministério") aparecem cerca de setenta vezes no Novo Testamento. Basicamente, ser diácono é ser servo ou ajudante. E, embora pareçam palavras tão diversas, diácono e ministro querem dizer a mesma coisa, vindo a primeira do grego e a segunda do latim. Assim Paulo descreve o trabalho de Epafras e o seu próprio (Cl 1.7, 23, 25).

Diácono é, então, um servo. A rigor, alguém que serve a mesa de outro. E nesse fato está todo o belo sentido espiritual da função diaconal, pois o nosso Deus é o diácono por excelência, à luz do Salmo 23.5, "preparas uma mesa perante mim..." E Jesus Cristo, o diácono sem igual, que serve a mesa do Seu povo, como diz Marcos 10.45, "o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos".

TODA UMA HISTÓRIA

Há toda uma história por trás da instituição do diaconato. Está relacionada com o evento registrado em Atos 6.1-6 (seleção e consagração dos Sete para ajudar os Doze na distribuição de ajuda às viúvas gregas.

Há quem se perturbe porque Lucas, o escritor dos Atos, não usa a palavra diácono. Talvez porque não percebam que ele usou o verbo "diaconizar", "fazer o trabalho de diácono" (= servir) no verso 2, e a palavra diakonia nos versos 1 e 4, traduzida por "distribuição" e "ministério", respectivamente. Portanto, a ênfase sobre o serviço social na Igreja apostólica tornou a palavra diácono um termo especialmente adequado a tais pessoas.

Além disso, era prática dos antigos crentes a chamada "festa do amor" (ágape) que envolvia dois fatos: a celebração da Ceia do Senhor, e o ministério de distribuição de alimento e ajuda financeira. Relatos antigos dão conta de que os diáconos recebiam as ofertas e ajudavam na administração dos elementos da Ceia.

Hipólito, um dos teólogos da Igreja antiga, fala de diáconos trabalhando com o seu pastor em funções litúrgicas (culto) e pastorais. Diáconos, diz ele, visitavam os enfermos, os pobres e os indigentes. Visitavam especialmente viúvas, órfãos e prisioneiros. Informavam ao pastor, e levavam aos visitados a ajuda da igreja. O governador da Bitínia, no ano 112, escreveu ao imperador Trajano, e informa que havia ordenado a tortura de duas mulheres cristãs que eram diaconisas.

Que faziam as diaconisas? Pelo menos, três coisas:

 ajudavam no batismo das mulheres;

 visitavam as casas de incrédulos (pagãos), onde havia mulheres cristãs;

 visitavam as irmãs enfermas, e ajudavam-nas em suas necessidades, e davam banho quando já em convalescença.
Sem dúvida, há uma tocante e extraordinária história de fé e serviço na instituição da função diaconal, homens e mulheres ordenados a servir. Por isso, o diaconato, a diaconia, é o alicerce de todo o ministério da igreja, e a marca da Igreja como Corpo de Cristo.



Esclarecimento : O diácono e seus fundamentos

O diácono é o oficial eleito para dedicar-se especialmente à:

• Obras o sociais;

• Arrecadação de recursos para fins piedosos;
• Cuida dos pobres, doentes e inválidos órfãos e viúvas;
• Zelar pela ordem e reverencia nos lugares reservados ao serviço divino;
• Exercer a fiscalização para que haja boa ordem na Casa de Deus e suas dependências.



Compete ao diaconato sondar a situação financeira dos membros, como também dos novos decididos, tendo como objetivo à elaboração de um cadastro de todos os irmãos que se enquadram na lista dos mais necessitados, cujas características devem ser antecipadamente definidas (I Timóteo 5:8-9). Devendo, também, levando-se em conta os recursos disponíveis, e as necessidades dos órfãos, viúvas e pobres, definir as prioridades a serem atendidas



Assistência Litúrgica

Tudo, porém, seja feito com decência e ordem 1 Coríntios 14:40

Embora não haja preceitos bíblicos nos quais possamos identificar as tarefas diaconais relativas à liturgia é compreensível que sendo o diácono um servo da igreja, nada o impede de tomar parte no bom desempenho dos cultos e reuniões, agindo ativamente nas seguintes tarefas:

a) Recepção e indicação de lugares

b) Auxiliar na Ceia do Senhor

c) Ajudar na cerimônia batismal

d) Orientar a reverência no recinto da igreja

Participando da Evangelização

e não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava. Atos 6:10

No exemplo bíblico de Estevão, a Palavra de Deus nos mostra que também é função do diácono o trabalho de evangelismo, tanto na área interna, visitando aos membros principalmente se este estiver enfermo, e promovendo a integração dos neófitos, quanto à área externa dando estudo bíblico e visitando as pessoas interessadas.



Relatando as Atividades

Embora pareçam ser trabalhos burocráticos, são de extrema necessidade para o bom acompanhamento e transparência da ação social da igreja, pelo que se recomenda que o diaconato se responsabilize pelas seguintes tarefas:

a) Escala de diáconos responsáveis pela limpeza e proteção ao patrimônio da igreja

b) Descrição da ação social realizada no mês

c) Publicação de uma prestação de contas dos recursos utilizados no mês.



A palavra de Deus traduz o termo “diácono” como serviço, ministério, assistência. Portanto, o diácono é aquele que, seguindo o exemplo de Jesus Cristo, que veio especial para servir (Mt 20:28), tem o dom se servir às pessoas, para a Glória de Deus.







REQUISITOS BÁSICOS PARA O OFICIO DE DIÁCONO

1. SER VOCACIONADO: O que faz válido um oficio de diácono é a vocação, de modo que ninguém pode executá-lo correta e ordenadamente sem haver sido chamado antes por Deus. A eleição do diácono é uma evidência de que Deus vocacionou aquele irmão para este oficio.

2.SER DISCÍPULO DE JESUS CRISTO: Os diáconos eleitos pela igreja são escolhidos entre os discípulos de Jesus Cristo (Atos 6:1,3).

3. TER BOA REPUTAÇÃO: O diácono precisa e teve ter o reconhecimento perante a igreja e a sociedade de uma vida digna (Atos 6:3).

4. SER CHEIO DO ESPÍRITO SANTO DE DEUS: Como todo o bom cristão, o diácono precisa e necessita ser cheio do Espírito Santo, para desempenha as suas atividades dignamente, demonstrando alegria, paz, amor longanimidade e mansidão ect...

5. SER UM CRISTÃO RESPEITÁVEL: O diácono deve ter um procedimento sério, digno de todo respeito e admiração por parte de todos na igreja.

6.SER CHEIO DE SABEDORIA: Sabedoria concedida pelo Espírito Santo para saberem como resolver os problemas que existem e os que vão surgi.

7. TER UMA SÓ PALAVRA: Não deve ser um difamador ou mexeriqueiro, não deve ser alguém que pense uma coisa e diga outra totalmente diferente, não deve ser uma pessoa que diz uma coisa para pessoa e algo diferente para outra.

8. DEVE CONSERVAR O MINISTÉRIO DA FÉ COM A CONSCIÊNCIA LIMPA: O diácono deve conservar-se firme na revelação graciosa de Deus, com a consciência pura, sem contaminações intelectuais, espirituais e morais (II Tm 3:9).

9. NÃO COBIÇOSOS DE SÓRDIDA GANÂNCIA: O diácono não pode ser alguém que lucra desonestamente. O lucro em si não é pecaminoso, contudo ele pode ser torna vergonhoso se sua obtenção passa a ser o nosso objetivo primário, em detrimento da glória de Deus.

10.SEJAM PRIMEIRAMENTE EXPERIMENTADOS: A conduta do diácono deve ser tão boa que ninguém tenha do que o acusar. Este reconhecimento deve ser por parte da igreja e também da sociedade. Também sejam estes primeiramente experimentados; e, se (eles) se mostrarem irrepreensíveis, que exerçam o diaconato (I Tm 3:10).



RECOMPENSAS PARA UM DIÁCONO FIEL

A honra concedida por Deus: Se alguém me serve, siga-me, e, onde Eu estou, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servi, o Pai o honrará (João 12:26). O reconhecimento da igreja de Cristo e maior firmeza na fé: Pois os que desempenham bem o diaconato alcançam para si mesmos, justa preeminência e muita intrepidez na fé em Cristo Jesus (I Timoteo 3:13). Lembrança graciosa de Deus: Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos (Hebreus 6:10).





O QUE A IGREJA ESPERA DOS DIÁCONOS

•Ser assíduo e pontual no cumprimento de seus deveres (priorizar o Reino de Deus).
•Ser constante, dizimista e ofertante, demonstrando assim exemplo para os demais irmãos da fé.
•Ser irrepreensível na moral, sãos na fé, prudente no agir, discreto no falar e exemplo de santidade de vida.

QUANTO AS PROGRAMAÇÕES DA IGREJA

Sempre presente em quaisquer atividades realizadas na igreja. (cultos, festividades etc.)

QUANTO AO CUIDADO DO DIÁCONO

•Zelar pela boa aparência da sua igreja.
•Procurar manter tudo organizado e em bom estado de uso para os cultos.
•Ele deve saber de tudo o que a igreja possui, e as necessidades da sua igreja.
• Impedir que alguém contribua para a desordem.

OBSERVAÇÕES FUNDAMENTAIS:

O diácono deve ser sempre o primeiro a chegar e o último a sair.

• Abrir a igreja e verificar se está tudo em ordem, se não estiver, organizá-la.
• Esta sempre alegre e cheia do Espírito Santo para recepcionar os irmãos.
• Orar ao Senhor, pedindo-lhe orientação e benções para o trabalho que será realizado.
• Ficar à porta recepcionando os irmãos e visitantes que forem chegando, tratando-os muito bem para que possam retornar.

• Pedir e fazer sinal de silêncio às pessoas que chegarem conversando.
• Permanecer à porta, posicionado de forma a ter uma boa visão da rua e do templo.
• Mostra exemplo de ordem, reverência na igreja.
• Exorta os irmãos e visitantes quanto às conversas paralelas ou desordens provocadas.
• Acompanhar atento todos os atos do culto.

• Está sempre atento ao olhar do pastor, verificando se o Pr. Não está precisando de alguma coisa.

• Verificar sempre a cada culto, se no púlpito há: água, copos, óleo ungido, cadeiras suficientes, caneta, harpa, cantor cristão, a disposição dos ministros etc.
• Auxiliar os irmãos e visitantes no momento da leitura da palavra, como também no momento do ofertório

APÓS AS ATIVIDADES:

•Recolhe hinários, pastas e papéis que ficarem sobre as cadeiras, deixando-os já prontos organizados para os próximos cultos ou trabalhos na igreja.
•Apagar as luzes dentro e fora da igreja.
•Fechar a igreja corretamente depois que todos saírem.

Havendo dado o exemplo do que é ser servo, Jesus Cristo chamou os discípulos para o caminho do serviço (Jo 13.14, 15). Esse é o significado do título desta reflexão, palavra que criamos com o verbo "diaconizar", agir como diácono, como servo.

“Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para o homem” (Colossenses 3:23). “E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribui a cada um segundo as suas obras” (Apocalipse 22:12).



Que Deus lhe abençoe. Pr. Jean Fernande





Igreja Batista Grande EL-Shaday

Estudo Básico Fundamental

autor:´Pr. Jean Fernandes


Obreiro Aprovado

Luc.10.2



Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para sua seara.


Comentário



Toda obra precisa de trabalhadores, mais como em toda obra há trabalhador, bom, e ruim,

Fiel e infiel justo e injusto porem todos ganham.

Mais na obra de Deus só ganha o Obreiro Aprovado.





II-Tim.2.15



Procura apresentar-te diante de Deus Aprovado como Obreiro que não tem de que se envergonhar que maneja bem a palavra da verdade.



Ex. de Obreiro Aprovado - Mat.4.20,22, 8.19, 25.14-23 I-Tim.3.13 Ef.4.11,12



Ex. de Obreiro Reprovado - Mat.10.37,38, 24.48-51, 25.24.-30 Luc.9.59-62 II-Cor.11.13, Fil.3.2




As qualidades do Obreiro Aprovado

I-Tim.3.1


Fiel é esta palavra se alguém aspira ao episcopado excelente obra deseja




Comentário



1. Passo, ele tem que aspirar, querer, desejar, pretender, almejar

2. Passo, ele tem que está disposto a negar- si a si mesmo e a renunciar a tudo que impeça o exceto do seu chamado

3. Ele não olha barreiras, dificuldades, empecilhos, mais ele obedece ao seu chamado, e segui Mat.8.19,20

4. Ele toma a sua cruz e da sua vida. Mat.10.36,37

5. Ele procura ser irrepreensível. I- Tim.3.2 prov.26.3

6. Ele procura ser sóbrio, não dado ao vinho, reservado, consciente, seguro, ciente do que faz, do que fez, do que vai fazer. I- Tim.3.2

7. Tem que ser inimigo de contenda. Inimigo de confusão, briga, fofoca, II-Tim.16,17, 23-250 Mar. 10.41-45 Mat.18.7 At.15.36-41

8. Não pode ser amante de si mesmo. II- Tim.3.2 Luc.9.23-25 Gal.2.19,20, 23,24

9. Não pode ser soberbo, arrogante, altivo, orgulhoso. Prov.27.1,2, 15.25 Luc.1.51 18.9-14

10. Não pode ser blasfemador = insensível, ofensor, desrespeitador, tanto para com divindade, quanto para com pessoas. II- Tim.3.2 Mat.12.30-32 Luc.11.14,15.

11. Não pode ser caluniador = falsa imputação, que ofende, a honra e moral de alguém II- Tim.3.3.

12. Não pode ser sem afeição natural = sem graça, sem unção, sem vida, sem sabor II- Tim.3.3 Mat.5.13,14

13. Não pode ser preguiçoso = acomodado II- Tim.3.2 prov.13.4 , 6.6 , 20.4 Mat.9.37,38

14. Não pode ser Desobediente II- Tim.3.2 Jonas.1.1-4

15. Não pode ser traidores II- Tim.3.4 I -Tim.1.20, Luc.22.47,48; Num.16.1-4, 31-35

16. Não pode ser atrevidos II- Tim.3.4, Num.12.1-16, Mat.10.24,25

17. Não pode ser cobiçoso de torpe ganância I- Tim.3.8 , 6.3-10 João. 12.3-6 Mat.26.14-16 Juizes.16.4,5






O perigo da cobiça



1. A cobiça fez Dalila trair a Sansão Juizes.16.1

2. A cobiça levou Ananias e Safira á morte At.5.1

3. A cobiça induziu Judas á trair o Senhor Jesus Mat.26.14-16

4. A cobiça induziu os guardas mentirem sobre a ressurreição de Jesus Mat.28.11-15 II-Tim.3.9 Mat.10.26




O obreiro aprovado



1. Tem que ser, Homem cheio de fé e do Espírito Santo , pois sem fé é impossível agradar a Deus. At. 6.5 Heb.1.16

2. Tem que ser obediente. Mat.4.19,20 Rom.1.5 I-Ped.1.14 Fil.2.8 Heb.13.17

3. Tem que ser submisso. Rom.13.1,2 Mat.10.24 8.19

4. Tem que ser marido de uma só mulher. I-Tim.3.2 Mat.5.27-29

5. Tem que ser hospitaleiro. I-Tim.3.2 Mat.25.37-40 III-Jo.1.9-11

6. Não pode ser dado ao vinho. I-Tim.3.3 prov. 9.4,5 23..29-35 DaN.5.5,6 Heb.2.15 Os.7.5 Is.28.7-9 5.11, I-Cor.5.11, 6.10. Ef.5.18 Rom.14.21 porem devido a fraqueza física I-Tim..5.23

7. Não pode ser espancador. I-Tim.3.3 , tem que saber repreender. Mat.18.15-17 I-Tim.5.1-3 4.11-16 5.19,20 II-Tim2.23-25

8. Tem que governar bem a sua própria casa. I-Tim.3.4,5 5.8

estudo para diacono





A palavra diácono tem um significado muito simples. Veio transliterada da língua grega diretamente para a portuguesa. Na língua original, quer dizer "servo".


Tudo indica que a função, conquanto se evidencie no Novo Testamento com este nome, já existia na sociedade hebréia. Moisés tinha os seus auxiliares, porque seus afazeres extrapolavam a sua capacidade humana. Tinha ele, portanto, um pugilo de homens que atendiam a segmentos mais particulares do povo de Deus.

Na Igreja Apostólica, atribui-se ao relato de Atos 6 a instituição diaconal. Por ele, verificamos que a função foi criada para que os pastores fossem assistidos, havendo quem cuidasse dos misteres materiais da comunidade cristã. O projeto de trabalho de Deus, portanto, coloca o pastor no ministério da palavra, do ensino e da oração (6.4), e o diácono na beneficência, assistência e ação social. (6.1-3). E os dois trabalhando em franca harmonia.

E porque esse é um trabalho de essência, os indicados deveriam ser pessoas de qualidade espiritual, exemplo para os mais novos e inspiração para todos (6.3) Os requisitos exigidos dos diáconos são muito claros na Escritura e estão relacionados em Atos 6.3; e 1Timóteo 3.9-13. O diácono deve ser confiável, cheio do Espírito Santo, cheio de sabedoria, respeitável, pessoa de palavra, temperante, não ganancioso, ter uma consciência limpa, irrepreensível, que bem administre os problemas de sua família, que seja um marido fiel, bom pai, que tenha boa reputação, prudente, equilibrado, acolhedor, tenha capacidade de ensino, não levante conflitos, seja tolerante e calmo. E Paulo acrescenta no caso das diaconisas: não sejam maldizentes (segundo a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, não faladeiras), moderadas, e fiéis em tudo.

Refletiremos sobre essas qualidades, objetivando ter uma visão abrangente, embora sucinta, do ministério diaconal, auxiliar em tudo do ministério do seu pastor.

GENTE DE CONFIANÇA

No segmento acima, relacionamos os requisitos exigidos dos diáconos e expostos na palavra de Deus. Os primeiros estão descritos em Atos 6.3.

Não poderia ser mais claro: o diácono há de ser uma pessoa confiável. Isso significa ser alguém em cujos olhos você lê caráter, honestidade e olhar sincero. É uma pessoa em quem não há falsidade. No livro de Jó, a falta de confiabilidade é coisa própria do ímpio. O capítulo 8, versos 14 e 15 desse livro dizem que "a sua confiança é como a teia de aranha.

Encontra-se à sua casa, mas ela não subsiste; apega-se a ela, mas ela não fica em pé".

Muita gente entrou em contato com Jesus e Seu ministério. O Evangelho de João declara que o Mestre não confiava em todos, como está expresso em 2.24: "Mas Jesus não confiava neles, pois a todos conhecia". Mesmo na comunidade cristã, havia pessoas a quem faltava essa abençoada qualidade. É o caso de Diótrefes, cujo comportamento é censurado e os irmãos alertados por não ser uma pessoa de confiança, pois "quem faz o bem é de Deus; mas quem faz o mal jamais viu a Deus" (3Jo 9, 11). Paulo também menciona pessoas no meio dos primeiros discípulos, como é o caso de Alexandre (cf. 1Tm 4.14).

Pois é; um diácono, uma diaconisa há de ser pessoa de altíssima confiança, e que compreende o alto relevo de sua função no ministério entre o povo de Deus.

CHEIO DO ESPÍRITO SANTO

A palavra de Deus não faz por menos: o diácono há de ser uma pessoa plena do Espírito de Deus. Que significa essa expressão tão rica de colorido?

A base para a entendermos está em Efésios 5.18: "Não vos embriagueis com vinho, em que há devassidão, mas enchei-vos do Espírito". Por incrível que possa parecer, há um paralelo entre a intoxicação alcoólica e o ser cheio ou pleno do Espírito. Quando alguém se embriaga, seu andar, seu falar, seu tocar estão controlados pelo espírito do vinho, pelos seus vapores. Quando alguém está cheio do Espírito, seu tocar, seu falar, seu caminhar estão controlados pelo Espírito de Deus.

Sua personalidade, então, faz diferença pela influência altamente positiva sobre as pessoas para as quais sua vida se torna exemplo de entrega, dedicação e consagração. É uma pessoa santa, no sentido real da palavra: é uma pessoa diferente.

Esse diferencial fará o contexto de Efésios 5.18 parecer coisa facílima para o detentor da plenitude ou enchimento do Espírito, no caso em questão o diácono ou a diaconisa. Vai ser fácil:

 andar prudentemente (v. 15);

 não ser insensato (v. 17);

 Falar a modo de louvor (v.19)

 Dar graças a Deus por tudo, mesmo as amargas lições da vida (v.20)

 Sujeitar-se em amor e no temor de Jesus Cristo a outras pessoas (v.21).
E, ainda,

 Ser imitador de Deus (v.1);

 Andar em amor (v.2)

 Entregar-se como sacrifício a Deus (v.2),
porque tudo isso, e mais se poderia dizer, é ser controlado pelo Espírito Santo. Isso é ser um diácono ou uma diaconisa em quem habita a plenitude do Espírito de Deus.

SABEDORIA
Diz-se hochmah em hebraico, e sophia em grego. São palavras interessantes pela riqueza de conceitos que possuem.

Não foi coisa pequena o Espírito de Deus ter inspirado os apóstolos a colocarem como requisito para o diaconato a sabedoria. Ao lado da confiabilidade e da plenitude do Espírito, a sabedoria é uma ferramenta preciosa que dá facilita a tarefa diaconal como conselheiro e auxiliar do seu pastor.

Um breve exame da presença desta virtude nas páginas do Antigo e do Novo Testamentos atesta como é relevante:

¨ "Bem-aventurado o homem que encontra sabedoria..." (Pv. 3.13a);

¨ "A sabedoria é suprema; portanto, adquire a sabedoria... Estima-a e ela te exaltará; abraça-a, e ela te honrará"" (Pv. 4.7, 8);

¨ "Não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do pleno conhecimento da sua vontade; em toda a sabedoria e entendimento espiritual" (Cl 1.9);

¨ "Andai com sabedoria..." (Cl 4.5a).

E seguiríamos adiante porque no AT, a hochmah, e no NT, a sophia são predicados de quem caminha na vereda dos justos.

RESPEITO É BOM...

O título nada tem a ver com a malcriada reação de algumas pessoas. Realmente, visa a destacar a próxima qualidade do diácono: sua respeitabilidade.

Chama a atenção o fato de que essa virtude é via de mão dupla: o diácono se faz respeitar e respeita a quem serve. Recordemos que o dever de respeitar se faz presente em toda a Bíblia. E como, ao lado do ser servo, são líderes na Casa de Deus, "o ancião e o homem de respeito são a cabeça", ensina Provérbios 9.15a. Não ensina a Palavra que "a quem honra, honra"? (Rm 13.7).

Na língua hebraica, a palavra para "respeito" e "honra" é kavod (dbk). É a mesma que conceitua "intensidade, peso, prestígio, brilho". Kavod é "a glória de Deus", é o "peso moral" de alguém. Por essa razão, tem aplicação tão adequada a esta função de servo da comunidade, de líder comunitário, de pessoa a serviço de Deus e dos santos.

PALAVRA FIRME

A próxima característica do diácono, de acordo com a Palavra Santa, é a firmeza de sua palavra. É o que destaca a Primeira Carta a Timóteo, capítulo 3, verso 8. Aliás, é preceito que está na palavra de Jesus Cristo, que disse, e aqui uso a Bíblia Sagrada em Português Corrente: "Basta que digas 'sim', quando for sim, e 'não', quando for não. Tudo o que passa disso é obra do Diabo" (Mt 5.37). Assim é o caráter diaconal.

Outra tradução do Novo Testamento usa a palavra "sincero" para expressar o conceito acima. Palavra interessante esta. Sincero; dizem os especialistas no assunto que vem do teatro greco-romano. Sentimentos eram expressos com o uso de máscaras de cera. Se a expressão era de alegria ou de tristeza, usava o ator a máscara correspondente. No normal, era mostrada a face sem cera (sin + cera), Ficou claro, não é?

Uma pessoa sincera é a que se apresenta sem máscaras, e cuja palavra é firme. Mas não se confunda sinceridade com falta de educação. "Eu sou muito franca", diz alguém, e em seguida faz uma exibição gratuita de má educação social.

Sinceridade tem, realmente, a ver com a operação do Espírito Santo. Sinceridade endossa o dito anteriormente: a confiabilidade, a plenitude do Espírito, a sabedoria e a respeitabilidade, apanágios do diácono!

TEMPERANÇA

Nem oito, nem oitenta: temperança. A próxima característica do é sua capacidade de equilíbrio representada por essa palavra acima. A função diaconal é solicitada basicamente com respeito à sua sensibilidade e em estar alerta para com as necessidades da igreja a que serve. Como auxiliar do seu pastor, o diácono e a diaconisa são os olhos da igreja para detectar que família ou irmão tem necessidades especiais e urgentes. O livro dos Atos destaca essas necessidades particulares ao dizer que as viúvas [dos gregos] "eram desprezadas na distribuição diária de alimento" (6.1)

Esses homens e mulheres sensíveis e atentos estão investidos daqueles traços espirituais e éticos, que, aliados ao necessário equilíbrio de uma vida temperante, os habilitarão ao exercício correto e adequado dessa importante função.

Não esqueçamos que o mesmo apóstolo Paulo que, pela inspiração do Espírito diz, "os diáconos sejam... não dados a muito vinho" é o que afirma pelo Espírito, "E não vos embriagueis com vinho, em quem há devassidão, mas enchei-vos do Espírito". Ao Espírito, pois!

A TENTAÇÃO DE MAMOM

O texto de 1Timóteo 3.8 tem traduções variadas. O objetivo é deixar bem esclarecido o ensino de Paulo. A segunda edição da RAB diz " Não cobiçosos de sórdida ganância". A TLH diz "[Os diáconos não devem] ser gananciosos". A Edição Pastoral deixa bem claro, "[Os diáconos não]... ávidos de lucros vergonhosos". Em todos os casos, o Apóstolo quer deixar explícito que a inveja, a avidez, a cobiça, a ganância, o desejo de amealhar pelo amealhar, a ânsia de ganhar pelo ganhar não combinam com as altas qualidades esperadas do diácono e da diaconisa batistas.

No Sermão da Montanha, está registrada a palavra de Jesus que diz, "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom (riquezas)". Palavra mais direta não poderia haver.

O diácono há de ser um desprendido das coisas materiais. Não é um imprevidente, um perdulário. Não pode ser, no entanto, um sovina, um somítico porque não é servo do dinheiro, mas faz do dinheiro seu servo para a grandeza do reino de Deus.

CONSCIÊNCIA LIMPA

Esta característica diaconal é até acentuada no Salmo 24, no qual Davi, o poeta, faz a seguinte pergunta, "Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu lugar santo?" A resposta óbvia, e que nasce do caráter do próprio caráter de Deus vem a seguir, "O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente".

Não pode ser de outro modo, porque estamos tratando de consciência limpa, algo que há de ser perfeitamente natural ao caráter cristão. Natural é aquilo que forma a essência de algo. A Palavra de Deus salienta que "se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2Co 5.17). Mas só se está em Cristo; se não possui a mente de Cristo nem vive o estilo de vida do Mestre, tudo continua como era: na malignidade. A diferença está no fato que "o sangue de Jesus... nos purifica de todo o pecado" (1Jo 1.7b). Aí, nosso caráter é todo outro: não somos rancorosos, preconceituosos, invejosos, irascíveis, fingidos e desleais. Esse é o caráter do diácono e da diaconisa cristãos; esse é o caráter do cristão, da nova criatura em Cristo, purificada pelo sangue de Cristo, do que tem a consciência limpa.

NADA A REPARAR

Como ensina o texto de 1Timóteo 3.10: "se [os candidatos a derem diáconos] se mostrarem irrepreensíveis, exerçam o diaconato". O que de tão correto e justo não precisa de reparo, de qualquer justificativa ou explicação é qualificado como irrepreensível, quer dizer, não merece repreensão.

É; a postura do diácono há de ser absolutamente correta. Não pode ser objeto de comentário, censura ou observações desairosas por parte de quem quer que seja. No trato com os irmãos em Cristo, perfeitamente correto; com os descrentes, cordial e respeitoso.

Diáconos e diaconisas são facilitadores muito especiais da Obra de Jesus Cristo. Nada que eles façam deve ser para embaraçar, atrapalhar, prejudicar o bom testemunho e o crescimento do Reino de Deus. Daí, a necessidade de correção nas palavras, justeza nas ações, boas intenções nos pensamentos porque o que fizer, mesmo inconscientemente, resultará em benefício ou prejuízo para a Causa do Senhor, e glória do Seu Nome.

E como, vezes tantas, a única Bíblia a ser lida por certas pessoas é sua vida, tão somente sua vida, mais necessária se faz a conscientização de que diáconos, diaconisas.

O DIÁCONO COMO CHEFE DE FAMÍLIA

Segundo a Escritura Sagrada, o diácono deve ser um padrão como chefe de família. Não pode ser algo menos que isso, pois é uma recomendação bíblica, além de ser ponto de evidente senso comum. O que o texto sagrado quer deixar claro é que deve ser o diácono um bom gestor da vida familiar, um exemplo de marido, deixando esposa e filhos tranqüilos em relação ao presente, e provendo para o futuro. Uma das clássicas versões do Novo Testamento assim coloca, "o diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa" (1Tm 3.12 ARA).

A Bíblia Sagrada tem um especialíssimo lugar para a família. O relato do seu primeiro livro é que Deus a criou debaixo de Sua bênção. A família submissa a Deus é, portanto, abençoada e abençoadora. Seus filhos são as "flechas nas mãos do guerreiro" do Salmo 127, e os "rebentos de oliveira" do Salmo seguinte. Imagine-os no lar do diácono que há de ser, por esse motivo, um exemplo na casa do Senhor?

BOM MARIDO E BOM PAI

É como diz o texto sagrado: "O diácono seja marido de uma só mulher e governe bem seus filhos e a própria casa" (1Tm 3. 12). O diácono há de ser amante da disciplina.

A disciplina, que começa em casa, mantém seu casamento estável e seus filhos em sujeição. A disciplina mantém sua vida espiritual equilibrada, o que trará como conseqüência uma consciência tranqüila, um coração alerta do qual procederão conselhos e ponderações que somente ajudarão a igreja e seu pastor a prosseguir no seu caminho.

Uma vida conjugal bem ajustada, uma família criada aos pés de Jesus Cristo, compreensão e carinho entre os familiares, testemunho fiel dos pais, bom procedimento dos filhos, são basilares para que o mundo veja a diferença que Cristo faz na vida. Afinal, diz a Santa Palavra que "Se alguém está em Cristo é uma nova criatura", e as coisas do passado ficaram para trás porque tudo é novidade de vida.

"...quanto às mulheres..."

Deste modo, Paulo inicia suas instruções com relação às diaconisas. Tudo o que foi dito aos candidatos homens ao diaconato tem pertinência com respeito às candidatas. A dignidade é a mesma, por essa razão, "devem ser dignas de respeito, não maldizentes, ajuizadas, fiéis em todas as coisas" (1Tm 3.11, Edição Pastoral).

É digno de observação que Paulo faz um especial destaque quando fala das candidatas a este ministério. Devem ser elas não maldizentes; ajuizadas; fiéis em todas as coisas.

Esse diferencial tem cabimento, visto que as mulheres cristãs são pessoas tão especiais que o apóstolo Pedro na sua Primeira Carta, capítulo 3.4 coloca como qualidade distintiva das senhoras e jovens cristãs "o incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo" (VRA) ou, como diz a Edição Pastoral, "o enfeite inalterável de caráter suave e sereno" O apóstolo é bem claro: é necessário que as queridas irmãs sejam "respeitáveis, não maldizentes, temperantes e fiéis em tudo", assim verte a ARA, o que a BSPC coloca como "dignas, não murmuradoras, pessoas de bom senso e fiéis em tudo".

Realmente, se há um destaque, é porque diaconisas são pessoas especiais. Purificadas de seus pecados pelo sangue de Jesus, como ensina João, filhas amadas de Deus, influentes na congregação dos crentes, são, em verdade, criaturas muito especiais. São senhoras de uma dignidade ou respeitabilidade a toda prova, não passam adiante o que alguém lhe confidencia, nem aceitam de primeira o que lhe chega aos ouvidos sobre outros irmãos, por isso não podem ser maldizentes ou murmuradoras. Equilibradas em tudo o que pensam, dizem e realizam, quer dizer, temperantes ou de bom senso. Fiéis. Essa é a maior prova de lealdade ao Mestre e Sua Igreja, à Denominação a quem servem, e à igreja local onde exercem o ministério da diaconia.

A conciência


A conciência
A consciência revela o que cada homem acredita que deve ser (Atos 23:1,24; 24:16; 26:9,11). É indicativo de seu sentimento interno sobre o moral correto, do ideal nobre pelo qual sente que deve lutar. É o seu estímulo em direção à sua concepção de alturas morais, e seus freios contra fazer o que acredita ser errado. A consciência não é o padrão final da verdade, porque isso deve vir de Deus através da revelação; mas a consciência para Deus diz a atitude do indivíduo em relação a Deus. É por isso que o homem tem que fazer o que ele verdadeiramente acredita que Deus quer que ele faça (Romanos 14).Enquanto alguém tenta fazer o que acredita que Deus quer que faça, ele pode ter um conceito errôneo do que Deus deseja (que era o caso de Saulo, ao perseguir os cristãos), ou ele pode, por causa da fraqueza da carne, agir de modo contrário às suas intenções boas (Romanos 7:22 em diante). Neste caso, ele fica infeliz por causa de sua consciência – humilhado diante de Deus, e reconhecedor da sua necessidade do perdão em Cristo. Somos todos criaturas imperfeitas, e devemos, às vezes, sentir esta aflição.Mas e aqueles que participam, aceitam e apóiam aquilo que é contrário à palavra de Deus ou que não tem nenhuma autorização divina? Podem não saber que é errado e podem estar agindo com boa consciência diante de Deus. Neste caso, informações adicionais sobre a palavra de Deus seriam bem aceitas. Porque querem verdadeiramente fazer sua vontade, abrirão suas bíblias com alegria, investigarão e mudarão sua conduta para encaixar-se na evidência. Desta maneira eles mantêm uma boa consciência diante de Deus (1 Pedro 3:21).Entretanto, infelizmente, nós devemos reconhecer que há aqueles que não têm tal caráter nobre (Atos 17:11). Ficam irritados se sua prática for questionada. Amam o elogio dos homens mais do que o elogio de Deus (João 12:42-43). Se sua consciência para Deus continuar a funcionar, conduzem a uma vida infeliz, lutando com si, oprimidos com os sentimentos de culpa. Indesejável – sim, mas ainda há esperança enquanto a batalha acontece. Como é terrivelmente triste ver alguém cuja consciência está cauterizada (1 Timóteo 4:2), e que pode rejeitar Deus sem receio algum, mas a partir do momento que nós utilizarmos nossa consciência para as coisas do alto, as coisas que o Senhor Jesus nos instruiu a pensar, fazer e falar vamos nos aproximar D’ele e poderemos até passar por dificuldades nesta terra, mas teremos no céu nosso galardão nos esperando, teremos uma recepção como esta descrito em Mateus 25:21 Disse-lhe o senhor: Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.

missionaria michelle mello tracuateua PA

Religiões do Egito Antigo



Religiões do Egito Antigo
Teriomorfismo, politeísmo, idolatria; principais deuses: Ísis (Grande Deusa
Mãe), Osíris (esposo de Isis e morto por esta, renascia anualmente para fertilizar
as margens do Nilo), Set (irmão de Osíris), Hórus (falcão), Anúbis (cachorro), Ápis
(boi) e Tote (ave íbis).
O faraó Amenófis IV tentou restabelecer o monoteísmo original, promovendo
o culto do “Disco Solar”, mas essa reforma religiosa foi afastada depois de sua
morte.
A crença na vida ultratumba em parâmetros semelhantes às deste mundo,
com um julgamento perante o Tribunal de Osíris e a existência de necessidades
materiais, fez com que se desenvolvesse o sepultamento em pirâmides, junto com
os tesouros dos faraós e a mumificação do cadáver, para que a base material da

alma não se desfizesse. Construíram grandes templos para o culto de seus deuses.
Religião da Mesopotâmia
Os babilônios e assírios eram politeístas, possuindo mais de 3.300 divindades.
Porém, por cima de todas essas divindades se reconhece a Assur-Marduk
como Deus Supremo (Assur para os assírios e Marduk para os babilônios), sendo
que todas as demais teriam, na verdade, uma certa identidade com a mesma natureza
divina (diferentes nomes de um mesmo Deus). Seu culto público se dava
em pirâmides escalonadas em patamares, denominadas de zigurates.
Religião Greco-Romana
Politeísmo antropomórfico, de constante celeste, sendo os principais deuses
os que figuram no quadro comparativo abaixo:
PRINCIPAIS DEUSES GRECO-ROMANOS
GRÉCIA ROMA ATRIBUTOS
Zeus Júpiter Pai dos Deuses e Senhor do Trovão
Hera Juno Rainha dos Deuses, Deusa do Casamento e da Maternidade
Héstia Vesta Guardiã da Família e do Lar (Irmã mais velha de Zeus)
Poseidon Netuno Deus do Mar e dos Rios (Irmão de Zeus)
Deméter Ceres Deusa das Colheitas e da Fertilidade (Irmã de Zeus)
Hades Plutão Deus do Mundo Subterrâneo e da Morte (Irmão de Zeus)
Atena Minerva Deusa da Sabedoria e da Guerra (Filha de Zeus e Métis)
Ares Marte Deus da Guerra e da Destruição (Filho de Zeus e Hera)
Hefesto Vulcano Deus do Fogo e Ferreiro Aleijado dos Deuses (Irmão de Ares)
Afrodite Vênus Deusa da Beleza (Prima de Zeus e Esposa de Hefesto)
Apolo Apolo Deus do Sol, da Profecia e da Saúde (Filho de Zeus e Leto)
Artémis Diana Deusa da Lua e da Caça (Irmã Gêmea de Apolo)
Hermes Mercúrio Mensageiro dos Deuses (Filho de Zeus e Maia)
Dionísio Baco Deus do Vinho e da Vegetação (Filho de Zeus c/uma mortal)
Asclépio Esculápio Deus da Medicina (filho de Apolo)
Urano Urano Deus do Céu e Pai dos Titãs

Cronus Saturno Deus do Céu e da Agricultura e Governante dos Titãs.
Rhea Ops Deusa Mãe (Esposa de Cronus)
Eros Cupido Deus do Amor
Hypnos Sonus Deus do Sono
Gea Terra Mãe da Terra
Têmis Têmis Deusa da Justiça (segunda mulher de Zeus)
Pan Pan Deus dos Bosques e das Pastagens
Acreditavam na predestinação, procurando ver nos augúrios (vôos de aves
ou entranhas de um animal sacrificado) o que estava predestinado pelos deuses.
Concepção fatalista da vida.
Religião dos Celtas e dos Vikings
Os Celtas enterravam seus mortos com as armas, comida, roupas e jóias,
na crença de que necessitariam delas na outra vida. Adoravam, além de deuses e
deusas, o javali, por sua coragem e ferocidade (tereomorfismo) e as cabeças cortadas
dos inimigos (fincadas em postes, como sagradas). Os druidas eram os sacerdotes
e magos que dirigiam o culto e ensinavam o povo, com poder curandeiro.
Os Vikings acreditavam que os deuses viviam no Walhalla (paraíso viking),
sendo os principais deuses Odin (Rei dos Deuses), Thor (Deus do Vento, da Chuva
e da Agricultura), Frey (Deus do Casamento e da Fertilidade) e outros. As
valquírias eram as mulheres enviadas por Odin para conduzir ao paraíso os guerreiros
mortos em combate. Os deuses vikings eram adorados ao ar livre (não tinham
templos).
Religião dos Astecas e dos Incas
Os Incas eram politeístas, acreditando num Deus Supremo Criador (Viracocha),
Pai dos demais deuses, homens e criaturas. Inti (Deus-Sol) deu origem à
família real inca. Anualmente, celebrava-se a grande festa do Sol, em que o animal
a ser sacrificado (lhama) era levado para as montanhas, com as mensagens
ao Deus, que o rei lhe havia dito ao ouvido. Havia os sacerdotes que cuidavam do
culto ao longo do ano e as “Virgens do Sol”, que os assistiam. Havia também Quilla
(Deusa-Lua). Os lugares sagrados (huacas) eram tanto os templos, quanto as
pedras de formato invulgar, túmulos, fontes, colinas e cavernas.
Já os Astecas possuíram uma religião cruenta de sacrifícios humanos:
acreditavam que a manutenção da luz solar dependia do oferecimento de vítimas
humanas ao Deus Sol (alimentar os deuses com a “água sagrada”, que seria o
sangue). Sacrificavam milhares de pessoas, quer fossem inimigos capturados nas
guerras, quer fossem crianças preparadas para isso. Arrancavam da vítima o coração
ainda batendo, para esfregá-lo na parede do templo. Seus principais deuses
eram Tonatiuh (Deus do Sol), Tezcatlipoca (Deusa da Noite), Coatlicue (Deusa
Mãe Terra), Quetzalcoatl (Deus da Sabedoria), Tlaloc (Deus da Chuva